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Depois da morte, diamante
Se em vida você foi do tipo
que os inimigos diziam tratar-se de lixo humano, uma empresa suíça garante que
depois de morto pode transformar seu corpo em diamante. A sofisticada
transformação química evita que depois de morto seu corpo seja enterrado e
contamine o solo e a água dos poços da vizinhança. Uma empresa da cidade de
Coire crema o seu corpo que produz média de 2,5 kg de cinzas; isso dá para fazer
umas cinco pedras de diamante. O seu corpinho agora pó é submetido a várias
transformações que o transformam em carbono e depois em grafite. Esse elemento é
submetido a temperaturas infernais de 1700º C e daí surge um diamante
artificial. A indústria do 'diamante humano' está expandindo para a Espanha,
Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.
Conferência
sobre a Água
Por ocasião da Semana Internacional da Água, 2500
especialistas se reuniram recentemente em Estocolmo para debater os graves
problemas no planeta. Um terço da humanidade, aproximadamente 2,6 bilhões de
pessoas não têm acesso a instalações sanitárias. Esta situação pode ter
conseqüências dramáticas para a saúde pública e representa um verdadeiro desafio
para a comunidade. Estima-se que em torno de cinco mil crianças morrem a cada
dia de diarréia por falta de higiene e de banheiros decentes.
Usinas hidrelétricas
O Ministério Público de Santa
Catarina - MPSC quer que a FATMA elabore um Termo de Referência para os Estudos
Integrados de Bacias Hidrográficas, exigindo dos empreendimentos hidrelétricos
uma visão sistêmica da bacia para fins de licenciamentos ambientais. Por conta
disso, o MPSC recomenda, inclusive, a suspensão das licenças ambientais em
território catarinense até a realização dos referidos estudos. Isso porque há
projetos de várias usinas numa mesma bacia hidrográfica e a preocupação do MPSC
é que cada solicitação é analisada pela FATMA de forma isolada, não levando em
consideração o impacto ambiental do conjunto das obras sobre a bacia
hidrográfica.
Hidrelétrica do
rio Cubatão
Se engana quem pensa que o projeto de construção da Usina
Hidrelétrica do Rio Cubatão está no esquecimento. Intenso movimento de
bastidores no meio político e empresarial prepara novo projeto que dificilmente
terá a construção impedida por ambientalistas como aconteceu no passado. O
arriscando empreendimento que tem potencial para tragédia com o rompimento da
estrutura da represa está no cronograma para voltar à baila no próximo ano.
Bacia
Hidrográfica Rio Cubatão
SA Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão Norte – BHRC é considerada uma
das principais da região nordeste de Santa Catarina. Compartilhada pelos
municípios de Joinville e Garuva, tem 80% de sua área numa cidade e 20% na
outra, respectivamente. Esta bacia é responsável por cerca de 70% do
abastecimento de água de Joinville e de parte do município de Araquari. Mas, até
São Francisco prevê captar água dali também, no futuro. A área total da BHRC é
de 492 km2. A nascente está na Serra Queimada e a foz no estuário da Baía
Babitonga.
Construção civil é vilã
De norte ao sul o volume de resíduos gerados pela construção civil já
supera o de lixo doméstico em capitais brasileiras. Na capital baiana,
Salvador, chega a 60% do total de lixo da cidade. Em Goiânica (GO) e na capital
gaúcha, Porto Alegre o índice é 55%. Segundo Thiago Camargo, do Conselho
Nacional do Meio Ambiente – Conama, as maiores poluidoras são pequenas empresas
que atuam de maneira informal: “A maioria dos municípios ainda não tem estrutura
na área ambiental para fiscalizar e regulamentar a destinação desse entulho”. Em
Joinville, desde agosto de 2005 a cidade conta com local próprio para resíduos
da construção civil. Tanto o cidadão como as empresas são responsáveis pela
contratação de caçamba específica para o recolhimento do entulho.
Destruição de
geleira
No mês de julho um enorme
pedaço de 29 km2 da geleira de Petermann, no norte da Groenlância se separou. As
mais recentes imagens de satélite sinalizam outra enorme rachadura longe da
margem da geleira, o que pode ocasionar uma iminente quebra e muito maior. O
efeito estufa que provoca o aquecimento global é considerado o principal
causador do fenômeno de grandes prejuízos ambientais.
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