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Produtos da mata geram
R$ 250 bi por ano
Relatório divulgado
recentemente pela Organização Internacional de Madeiras Tropicais – OIMT, revela
que o mercado mundial de madeira e outros produtos florestais produzidos por
comunidades tradicionais em países tropicais como o Brasil movimenta cerca de R$
250 bilhões por ano. Os cipozeiros de Garuva são exemplo de comunidade
tradicional da Floresta Atlântica de Santa Catarina.
Garuva é exemplo
O estudo da OIMT mostrou também que esses empreendimentos
comunitários injetam aproximadamente R$ 4 bilhões por ano na conservação de
florestas tropicais, mais que o dobro do valor investido pelos governos dos
mesmos países. Apesar disso, recebem pouco suporte legal e financeiro para
modernizar suas operações. Em Garuva, mais uma vez, o projeto Cipó-Imbé é um bom
exemplo.
A volta das carroças
As prefeituras de cerca de 70 cidades francesas estão substituindo
veículos motorizados por carroças puxadas por cavalos para realizar serviços
públicos como coleta de lixo, transporte de pessoas e manutenção de jardins,
como forma de contribuir contra o aquecimento global e o aumento das taxas de
emissão de CO2, considerado o principal gás causador do efeito
estufa. As autoridades apontam que, ao usar as carroças de tração animal, não
há consumo de nenhum tipo de energia fóssil ou elétrica. Além disso, o animal
não polui o meio-ambiente.
Vamos perder a Amazônia
Durante muitos anos os governantes brasileiros riam dos que avisavam que
alguns países estavam armando esquemas para tomar a Amazônia. Agora, o próprio
governo reconhece e alguns setores da sociedade estão em estado de alerta.
Recente matéria no jornal norte-americano The New York Times pergunta: “De quem
é a floresta afinal?”. O candidato às últimas eleições presidenciais dos USA, o
neoambientalista Al Gore, que viaja o mundo fazendo palestras, declarou: “Ao
contrário do que pensam os brasileiros, a Amazônia não é propriedade deles,
pertence a todos nós”.
Lula responde
”A Amazônia brasileira
pertence aos brasileiros”. Essa é a resposta do Presidente Lula pela ameaça de
europeus e estadunidenses que querem internacionalizar a Amazônia. Já é tida
como certa: “A Terceira Guerra Mundial se avizinha. Europeus e estadunidenses se
unem e avançam estrategicamente sobre o território amazônico disfarçados de
Organizações-Não-Governamentais – ONGs. Destruíram quase completamente a
natureza nos seus territórios e articulam-se para tomar o que é dos
sul-americanos”, previne militar aposentado da Marinha Brasileira.
O lado bom da ameaça de guerra
A Nação Brasileira é considerada uma das mais pacíficas e tolerantes
do mundo e deve fazer de tudo para não protagonizar uma Guerra Mundial. Cada
brasileiro é responsável por isso. Se a desculpa dos poderosos interessados em
nossa floresta é a devastação, então é só parar a destruição que acabam-se os
argumentos que justifiquem qualquer conflito bélico.
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