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Jornal O Vizinho - Ano XIV – Nº 581 - 09/2005
Região 3 - Costa e Silva, Santo Antônio e Bom Retiro
Tiragem da edição impressa:  10.000 exemplares

Pesquisadores da USP e da Universidade Federal da Bahia denunciam “Efeito Halo” da fluoretação

        Os defensores da fluoretação (tratamento massificado de saúde pública com adição de flúor na água para supostamente prevenir/combater a doença cárie) têm sido unânimes aos que se opõem: “Não há nenhum trabalho científico que coloque em dúvida a fluoretação”. Contradizendo essa falácia, já publicamos várias denúncias de especialistas e até mesmo de dentistas. Agora, recebemos de uma fonte que vem estudando o tema há várias décadas, documento produzido recentemente por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal da Bahia. Afirmam os pesquisadores: “O uso do flúor tem promovido melhorias significativas na saúde bucal e na qualidade de vida das populações. Entretanto, inúmeros estudos têm sido divulgados identificando o primeiro sinal clínico do efeito tóxico dessa substância - a fluorose dentária”.
   
     A pesquisa é específica para esse efeito colateral. Em determinado trecho do documento os mesmos pesquisadores alertam: “Além disso, também em regiões onde não há fluoretação das águas de abastecimento público, encontra-se aumento na ocorrência de fluorose, provavelmente decorrente, em parte, do “efeito halo” – bebidas e alimentos processados industrialmente em regiões com água fluoretada são distribuídos e consumidos em outros locais, difundindo o efeito do flúor em distintas populações”.
   
     É justamente o “Efeito Halo” que os opositores mais alertam as autoridades que continuam tão surdas quanto os defensores do tratamento. Além da água que se bebe com o remédio, alimentos industrializados, refrigerantes, sal, chicletes, chás, enfim, centenas de alimentos são fluoretados. “É difícil medir a quantidade de ingestão de fluoretos na dieta, por dificuldades metodológicas em mensurar níveis individuais de flúor de cada alimento na forma ativa, quantidade ingerida e total absorvido pelos tecidos”, alertam os pesquisadores. Leia mais sobre o assunto no sítio www.ovizinho.com.br
   
     No sítio http://www.fluoridealert.org estão denúncias médicas e científicas que condenam a fluoretação.

Os pesquisadores são precisos ao afirmar que este efeito colateral é o "primeiro sinal clínico do efeito tóxico do flúor"

09/2005 

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