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Nossa persistência em priorizar o debate sobre o tema fluoretação vem
provocando autoridades, médicos, químicos, cientistas e dentistas, também. A
inquietação destes detentores do poder e do conhecimento sobre o assunto
reside justamente no fato de que o remédio provoca efeitos colaterais nocivos
ao homem quando ingerido em grandes quantidades ou consumido por anos
consecutivos, já que o flúor é, sabidamente, cumulativo no organismo humano.
Há
uma grande força contra o debate público do assunto, pois os defensores sabem
dos riscos que correm caso comecem a se confirmar casos. A regra é desacreditar
os contrários, intervir e inviabilizar qualquer mobilização. Mas, não
estamos sozinhos nessa luta. Já há os que concordam que a fluoretação
representa um poderoso poder de um “sistema de crença” financiado por
grandes interesses, e reconhecem que precisa ser mudado. Se depender de nós,
continuaremos o debate em 2006. Feliz Natal e Próspero Ano Novo.
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