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O prefeito de Joinville, Marco Antônio Tebaldi e o vice, Rodrigo Meyer
Bornholdt são unânimes: “O diferencial que permitiu nossa cidade sediar a
recente competição de tênis da Copa Davis foi o governador Luiz Henrique da
Silveira”. Atentos às jogadas do Guga, que terminou com mais uma vitória do
Brasil, os administradores públicos joinvilenses não escondiam a satisfação
de ter a disputa acontecendo no Centreventos Cau Hansen. O prefeito comemora:
“Joinville está se especializando em sediar grandes eventos”. O
Centreventos encantou os organizadores da competição. Segundo Rodrigo
Bornholdt, o Menigeni brincou dizendo que está com vontade de voltar a jogar
“por causa dessa estrutura de primeiro mundo”.
O
I Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, realizado pelo
Sebrae, concluiu que acontecem 330 mil eventos, em média, no país. Nestes,
aproximadamente 80 milhões de participantes são envolvidos e outros três milhões
empregados, (diretos, terceirizados e indiretos). Além de gerar uma arrecadação
de tributos de R$ 4,2 bilhões, a indústria de eventos é responsável por 3,1%
do PIB brasileiro, ou seja, R$ 37 bilhões de renda anual. Investir em aparelhos
para esse filão é um bom negócio. Em três dias o circo da Copa Davis foi
desmontado, agora o Centreventos é palco do maior Festival de Dança do mundo.
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