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Jornal O Vizinho - Ano XII – Nº 507 - 10/2003
Região 2 - Glória, América, Saguaçú e Centro
Tiragem da edição impressa:  10.000 exemplares
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Escritora precoce já escreveu oito livros e tem outros três na revisão final

            Entre os sonhos de Thaise Wolf está cursar a faculdade de jornalismo e se especializar em mitologia. Ao trocar uma festa de aniversário pelo livro “O Senhor dos Anéis”, a menina substituiu a comemoração com amigos e parentes pela leitura. Para quem já tem no sangue a veia literária e a paixão pela mitologia, a troca a deixou dependente por um mês. “Eu comia, bebia, dormia, cumpria minhas obrigações e corria para o livro. Ficava quase maluca para continuar lendo e chegar ao final da história”, diz, dois anos depois, com um sorriso ainda de paixão pelo presente.
   
         Aos catorze anos de idade, ela já escreveu oito livros, tem mais três na fase de revisão final e um publicado. O primeiro, escreveu aos onze anos. Seus olhos ganham um brilho ainda mais especial quando fala de suas obras, demonstrando o prazer que sente em ler e escrever.

 
Thaise Wolf é moradora do Bairro Saguaçu

Biblioteca lida
   
     O gosto pela leitura também é precoce. “Já li quase todos os livros da biblioteca da escola”, revela Thaise Wolf, 14 anos, natural de Joinville, SC, moradora à Rua Natal, Bairro Saguaçu, e aluna do Colégio Nova Era.
   
     Filha de Margrit Buse Wolf e Aldari Sebastião Wolf, tem dois irmãos e uma “sobrinha”, Kate, a cachorrinha que abraça, na foto. “Minha mãe é a melhor amiga”, diz com a mesma convicção de quem já sabe o que quer fazer no próximo ano: estudar na Inglaterra, na Universidade de Cambridge.
   
     Segundo a mãe, a família não tem condições para isso, mas todos estão determinados a encontrar meios que viabilizem este projeto. Filha de uma doceira e de um mecânico de automóveis, os pais ainda se espantam com a precocidade da menina.

Livraria Midas apóia
   
     Um dia ela chegou para mãe e disse: “Acabei de escrever um livro”. Tinha tudo para ser mais uma coisa de criança, pensou Margrit. Como não percebeu muito interesse em casa, a menina decidiu enviar os escritos para um tio que mora no Rio de Janeiro, com quem tem afinidade. “Meu irmão me ligou e recomendou que eu prestasse atenção nela e lesse. Não parei mais de fazer isso”, orgulha-se a doceira.
   
     A mãe decidiu empresariar a filha. O primeiro livro (A Magia da Floresta de Esiahat) foi editado, finalmente, neste ano. A edição está quase esgotada. Os livros podem ser adquiridos na Livraria Midas ou com a própria autora (thyisyi@hotmail.com). A família diz que tem recebido muito apoio da prefeitura e da editora Letra D´água, também.

Sem namoro
   
     O segundo livro escrito por Thaise é “Meu Diário de Loucuras”. Apesar de admitir que a história tem um pouco da própria autora, ela afirma que jamais escreveria um diário como faz a maioria das meninas. “Uso meus livros para escrever o que penso”.
   
     Outro é “O Amor Tem a Mesma Cara”, uma história de paixão de uma adolescente por dois irmãos, gêmeos idênticos. O corte do cabelo dela decide qual dos dois é o verdadeiro amor. Na seqüência, o livro “Uma História de Amor para Flávia”, um romance envolto numa grande confusão de diagnóstico médico, entre outros livros já escritos. Ela escreve, em média, três horas por dia, não tem tempo para namoro e casamento está longe dos seus planos.


10
/2003
Fim da parte 01 -
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