você está em www.ovizinho.com.br

 

 

OVizinho.com.br: Jornal: Cartas

Só serão publicadas, neste espaço, cartas ou e-mails remetidos à Editoria de Opinião do Jornal dos Bairros de Joinville "O Vizinho", através do formulário Envie Sua Carta.
Os textos aqui publicados não refletem, necessariamente, a opinião do jornal e são de responsabilidade exclusiva dos seus autores.
 


26/11/08 - Presente de Natal
A concessão de serviço público para implantação, operação, manutenção e gerenciamento do sistema de estacionamento rotativo está novamente em manchete na imprensa falada e escrita.
Fomos surpreendidos com a noticia do aumento de 25% do cartão Joinville. Vai do atual R$ 1,00 para R$ 1,25. Esse "presente de natal" não passa pela Câmara de Vereadores é um Decreto do Executivo. Nossa responsabilidade legislativa de fiscalizar não permite essa afronta ao bolso do consumidor. Queremos uma notícia com alterações feitas para melhoria do sistema. Ter em mãos a planilha para ver o montante arrecadado.  Ver a hora fracionada, tolerância dos 15 minutos de gratuidade, indenização em caso de dano ou furto, validade do cartão por mais de um ano. Número maior de monitoras nas ruas, locais de vendas ampliado, repasse de recursos para entidades sociais. Ao contrário da concessão renovada até 11/12/2012, esperamos que a CONURB não acate essa aberração econômica, pelo contrario reduza o valor da notificação que hoje obriga a comprar dez cartões e pagar R$ 11,00. Qual a conta que foi feita para estipular esse valor. Transparência e moralidade devem chegar antes da legalidade.
Vereador Osmari Fritz  - Comissão de Defesa da Cidadania


26/11/08 - Dez anos sem Zininho
É...o tempo passa e a gente nem percebe. Esse tempo que caminha tão rapidamente nos faz esquecer de figuras tão importantes que nem mesmo com toda a sua rapidez o tempo deveria apagar. Num dias desses, num momento de reflexão, em meio a tanta chuva, lembrei-me de Cláudio Alvin Barbosa - o saudoso Zininho - que faleceu num dia de setembro há dez anos . O radialista e compositor foi o autor do hino oficial de Florianópolis: "Um pedacinho de terra pedido no mar / Um pedacinho de terra belezas sem par / jamais a natureza ...." - cantava o poeta e autor também  do hino de Joinville :"Tu és a glória de teus fundadores /És monumento aos teus colonizadores/ Oh Joinville Cidade dos Príncipes / Oh Joinville Cidade das Flores ".
Boêmio a vida inteira, sua história  se confunde com a história de Florianópolis, Joinville, enfim de toda a "Santa e Bela Catarina ". Deixou inúmeras canções e gravações de programas de rádio das décadas de 50 e 60 e uma marca na memória das pessoas das duas maiores cidades de Santa Catarina, que têm que agradecer e cultuar seu legado. Lá no céu está ao lado dos bruxos da Ilha : o artista plástico Meyer Filho, o pesquisador Franklin Cascaes e o astrônomo Amaro Seixas Neto.
José Eli Francisco - radialista  e jornalista


26/11/08 - Projeto voluntário linma kung-fu
Nós da Associação Linma de Kung-fu (Wushu) atuamos com o projeto voluntário linma kung-fu, no Jardim Paraíso há quatro anos. Uma equipe de dez garotos selecionados do projeto esteve, neste mês de novembro, participando do 9º campeonato Brasileiro da modalidade, na cidade de Ourinhos São Paulo. Os resultados foram muito significativos, considerando que foi a 1ª competição oficial destes meninos representando Joinville e o Estado de Santa Catarina.
Mestre Linma Jjair


17/11/08 - Até quando?
No momento, os usuários de planos de saúde continuam levando sustos e tendo surpresas nada agradáveis na hora de realizar procedimentos, tais como dosagem de anticorpos de pneumocócicos, por exemplo.
Eles recebem a negativa do plano de saúde e a justificativa é que o procedimento não consta no Rol de Procedimentos publicado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), no qual estabelece o que os planos são obrigados a seguir.
No instante em que o paciente, neste caso também contratante, mais precisa dos serviços para elucidar e ter um diagnóstico para se ter prescrito o tratamento mais adequado, este PACIENTE acaba ficando desamparado e tendo que exercitar toda sua PACIÊNCIA para buscar seus direitos e conseguir a execução de tais procedimentos.
A pergunta que não se cala é: Até quando?
Até quando as empresas contratadas, a ANS, os deputados federais e os governantes continuarão com esta atitude omissa?
Até quando os pacientes continuarão neste sofrimento e angústia na busca da realização de procedimentos?
Até quando o SUS continuará na UTI, forçando que muitos cidadãos contribuintes procurem por planos de saúde?
Até quando?
José Ricardo Corrêa Maia
jose.maia@ibest.com.br


17/11/08 - Em busca do mágico de Oz
No conto do mágico de Oz, a pequena Dorothy enfrenta uma tempestade. Ela pode ser comparada com o imunodeficiente que após várias infecções de repetição deve realizar uma série de procedimentos para confirmar o diagnóstico e acaba entrando num mundo totalmente novo.
Este paciente encontra o homem de lata sem coração que simplesmente informa que os procedimentos não são cobertos. Este é o plano de saúde.
Ao realizar reclamação para a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o paciente encontra o espantalho sem cérebro, que comunica que irá avaliar a questão.
O leão sem coragem é encontrado ao se solicitar apoio aos representantes do povo, que não se manifestam a respeito do assunto.
Então o paciente parte em busca do mágico de Oz para que ele o faça retornar a vida normal, sem ter que desembolsar nada a mais por isso.
A grande questão é: Quem é o mágico de Oz? Será que ele existe?
Assim como a Dorothy, o imunodeficiene normalmente é uma criança.
Por este motivo o personagem do mágico é representado pelos pais, que devem usar o SUS ou pagar pelos procedimentos, mesmo com todas as dificuldades financeiras. Não há pai ou mãe que agüente ver o sofrimento de seu filho após várias infecções que acabam deixando-o cada vez mais debilitado.
A grande mágica, na verdade, é vencer os obstáculos, preenchendo os formulários necessários, realizando todos os procedimentos, um a um, e finalmente fazendo o tratamento com a ajuda dos médicos e  por vezes com apoio solidário dos amigos e suporte de associações de imunodeficientes.
A persistência e a paciência são fundamentais neste momento.
Em nosso país a história destes anjos é assim, mas poderia ser diferente se o homem de lata tivesse coração, o espantalho cérebro e o leão coragem.
José Ricardo Corrêa Maia
jose.maia@ibest.com.br

 


21/10/08 - Alesc
Cumprimentando-o cordialmente, acuso o recebimento do exemplar do Jornal O Vizinho, parabenizando-o pelo excelente trabalho jornalístico realizado, informando com isenção. Sempre a sua disposição, apresento meus protestos de estima e consideração.
Atenciosamente,
Renato Hinnig – Deputado Estadual


21/10/08 - Dúvida
Por que Joinville ganha novas lotéricas e São Francisco do Sul não tem nenhuma, se não uma subsidiária de Joinville?
Carlos Adauto Vieira


09/10/08 - Dia do Radialista – 7 de novembro
O Dia do Radialista vinha sendo comemorado desde 1945, quando um decreto assinado pelo então presidente Getúlio Vargas fixou os níveis mínimos de remuneração dos que trabalham em empresas de radiodifusão e televisão. Em 2006, no entanto, a data de comemoração mudou. A lei assinada pelo presidente Lula (lei nº 11.327 de 24 de julho de 2006)   estabelece que o Dia do Radialista  passe a ser comemorado em sete de novembro, data de nascimento do compositor, músico e radialista, Ary Barroso. Como narrador esportivo, criou a função de repórter de campo.
 A instituição  do Dia do Radialista, além de prestar uma justa homenagem ao radialista Ary Evangelista Barroso, principalmente pela autoria da música Aquarela do Brasil, mundialmente conhecida, marca o ano (1906) do centenário do seu nascimento e, por extensão, aos profissionais do rádio e televisão, esse meio de comunicação de massa no contexto da história do País.
 "Dentro de cada radialista  existe um inexplicável sentimento de dedicação e o interesse pelo que faz. Só o idealismo não é o suficiente, existindo a necessidade do talento. Com milhares de radialistas espalhados pelo Brasil, o rádio é hoje rico, oferecendo boas opções para aqueles a quem merece todo o nosso respeito: O ouvinte" - diz o radialista, jornalista e escritor da UFSC, Ricardo Medeiros.
Pela lei 6.615, que regulamentou a profissão, é considerado radialista todo aquele que trabalha em rádio e televisão,  sendo ele um sonhador, um apaixonado e que há décadas faz parte do cotidiano das pessoas. 
José Eli Francisco - radialista e jornalista. Presidente do Sindicato Profissional em Radiodifusão e Televisão Regional Norte/Nordeste de Santa Catarina

 


02/10/08 - Ensinar é aprender
Ensinar não é transmitir conhecimentos. O educador não tem o vírus da sabedoria. Ele orienta a aprendizagem, ajuda a formular conceitos, a despertar as potencialidades inatas dos indivíduos para que se forme um consenso em torno de verdades e eles próprios encontrem as suas opções.
A etimologia revela que o substantivo aprendizagem deriva do latim "apprehendere", que significa apanhar, apropriar, adquirir conhecimento. O verbo aprender deriva de preensão, do latim "prehensio-onis", que designa o ato de segurar, agarrar e apanhar, prender, fazer entrar, apossar-se de. Ensinar - palavra latina insignīre, quer dizer "marcar, distinguir, assinalar". É a mesma origem de "signo", de "significado". A educação carimba a sociedade que deseja ter!
A principal meta da educação se processa em torno da auto-realização. Logo, ela propõe a reformulação constante de diretrizes obscuras para alcance dos objetivos, comprometidos com a valorização da vida. O professor, como agente de comunicação, transformou-se num dos mais pobres recursos e dos mais ricos. Quando se imagina dono da verdade, rei do currículo, imperador do pedaço, mendiga e se frustra. Quando se apresenta cheio de humildade, de compreensão e vontade de aprender, resplandece e brilha! Os estudantes estão abastecidos por uma carga de informações cuja capacidade de assimilação nem comporta. O ser humano tem potência de semideus, com emoções de mortal.  O avanço da era espacial em que vive tornou o homem angustiado pela consciência de sua fragilidade para absorver e superar os desafios à sua volta.
É mister que se reestruture o conceito de Escola ou se reconheça a sua derrota. Os que nela atuam não podem continuar a caminhar distantes da realidade, em marcha lenta, alheios à corrida veloz de um planeta visível, palpável e cada vez mais próximo. Do jeito que alguns se comportam, concorrem para o fracasso. Repetindo uma expressão muito antiga, “a Escola não sabe a força que ela tem”.
Deve-se abolir, de imediato, a cultura do supérfluo, selecionando conteúdos mais significantes e atuais. Não se pode contribuir para que o desinteresse se instale e, conseqüentemente, esvazie o espaço da aprendizagem permanente. O educador deve se preparar para estar apto perante a onipotência da máquina, e não se assustar com a sua eficiência. Estar sempre atento aos transbordamentos da ciência e não se embrutecer na resposta.
De que valem as "reformas" educacionais, se mudanças radicais não ocorrem? Elas passam, os problemas maiores continuam, gerações se substituem e, no universo de perguntas não respondidas, resultados positivos não se operam, muitas vezes.
Os enlatados culturais intoxicam como os outros, se transformam em "pacotes culturais" e saem por aí, empacotando a sensibilidade, a criatividade, que tanto contaminam a educação. Um exemplo? Entende-se barulho como música! Poesia como cafonice, família como utopia, Pátria como sucata.
Quem ama educa, educar é educar-se a cada dia, sem a pretensão de preparar para a vida. O poder de adivinhar o futuro o educador não o possui. Ele orienta, para que, em situações imprevisíveis, se processem alternativas. Educar não é ensinar, é aprender.
Ivone Boechat


24/09/08  - Conclamação
Estou prazeiroso e satisfeito com o JOV – Jornal O Vizinho pela maneira de como nasceu com caráter defensor da natureza, elaborando dados pertinentes à poluição, água, esgoto e outros fatores que afetam o sistema pluvial, a saúde pública, fauna e não esquecendo dos peixes que são a principal fonte de renda da grande maioria da classe baixa, salvaguardando também a maricultura da nossa região litorânea.
Para tanto, conclamo aos nossos amigos empresários e profissionais liberais a fim de, espontaneamente, fazerem parceria com este maravilhoso jornal que tem cunho prioritário na Educação Ambiental sem atentar a especulações que visam concorrência ou destaques de melhor ibope. Parabéns.
Esmael Cardoso - Araquari


24/09/08 - Um seguro para o voto!
Como brasileiro e eleitor, sendo proprietário do maior patrimônio do cidadão democrático, o poder do voto, e pensando cá com meus botões sobre o que fazer no sentido de valorizar este ato e dar um basta ou amenizar o ímpeto da volúpia da grande maioria dos políticos brasileiros, que usa e abusa da minha e da sua tolerância, tenho uma proposta: que aos brasileiros, por força de lei, seja dado o direito do seguro do voto.
Como isso funcionaria: todo candidato deveria ser obrigado a registrar em cartório seu programa de governo e a origem dos recursos. Seis meses antes do término do mandado, portanto, antes do início das novas eleições, para evitar a politicagem da maquiagem, os políticos seriam submetidos a uma auditoria, comparando compromisso firmado e as realizações.
Caso não cumpra o prometido, processo e cadeia neles, além de oito anos sem poder político. Só assim os candidatos parariam de se apropriar indevidamente do nosso voto e de se locupletar desse patrimônio em detrimento de interesses coletivos. Ou de se alienar ao totalitário sistema indomável, deixando-nos anos e décadas reféns, à margem das esperanças, com falsas promessas e falácias aparentemente sólidas cobertas de omissão, corrupção, descaso e novamente mentiras, muitas delas tão bem elaboradas que nos levam novamente a creditar o voto e votar e votar e votar...
Você duvida que as coisas melhorariam? Não? Então deixe como está e pare de reclamar, continue votando e votando e perdendo tempo - mas muito tempo - em criticar a política brasileira e os políticos, continue na omissão, descascando batatas no porão, que as gerações futuras denominarão essa atitude com adjetivos apropriados. E a você, candidato, que atire a primeira pedra!
Angelo Tadeu Moreira – Joinville
tadeumor@ig.com.br


17/09/08 - Rio Catinga
“Constituição da República Federativa do Brasil/88.
Capítulo VI
Do Meio Ambiente
Art.225.Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado,bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida,impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para presentes e futuras gerações.
V- controlar a produção, a comercialização e o emprego de técnicas,métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente.
VI- promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente.”
Pergunto:onde está o respeito pela Constituição? .A nossa esperança é contar com IVC – Instituto Viva o Cachoeira para normalizar a situação desesperadora do Rio Catinga e torná-lo um Rio limpo conforme nosso direito amparado pela Constituição/88.
Olívio Cordeiro

Oliviocordeiro@pop.com.br


17/09/08 - O que está faltando para Santa Catarina ter um piso salarial?
O debate sobre o piso estadual, que o movimento sindical catarinense vem realizando há dois anos, assim como o debate sobre o salário mínimo nacional, se insere no contexto do imenso desafio da distribuição de renda no Brasil. A implantação de um piso estadual, ao invés de ser considerada por alguns um problema, deveria ser encarada como uma grande solução. Ampliar o mercado interno através da elevação de um piso estadual não é apenas uma questão humanitária, mas, do ponto de vista econômico, esse pode ser um grande trunfo com o qual Santa Catarina e o Brasil podem contar. Não existe em nenhum canto do mundo nação bem sucedida que não esteja baseada num forte mercado consumidor interno. O piso estadual de salários também pode ser um elemento fundamental no processo de distribuição de renda e na melhoria de vida dos trabalhadores catarinenses.
Estudos do DIEESE em Santa Catarina mostram que acima de 400 mil trabalhadores catarinenses poderiam ser diretamente beneficiados por um piso estadual de R$ 524,20 (proposta atual). Desta conta estão excluídos os trabalhadores sem carteira e os trabalhadores por contra própria, cujos salários em parte se referenciam pelo mínimo oficial. Estão fora da estimativa, também, os pisos salariais das categorias que certamente seriam beneficiados por um piso estadual, como hoje ocorre em relação ao salário mínimo nacional.
Um piso de R$ 524,20 caberia no Produto Interno Bruto (PIB) catarinense? O IBGE estima que, em 2006, a renda per capita do Estado tenha alcançado R$ 14.312,00 (sem o recálculo do PIB), a quinta do país. Um salário mínimo de R$ 524,20, mesmo com encargos sociais, ficaria bem abaixo da renda per capita estadual. Uma outra razão é que a economia catarinense cresce acima da economia nacional. Estimativa da secretaria de Estado do Planejamento prevê que o PIB catarinense em 2007 deve registrar crescimento de 8,2%, em 2007, muito acima dos 5,4% atingidos pela economia brasileira. Outra indicação de que o Piso é viável para SC é que este valor equivale a 56% do salário médio praticado atualmente no Estado que, segundo a PNAD/2006, está em R$ 930,00. Uma proposta de piso salarial estadual, excessivamente próxima do salário médio, seria certamente, de muito difícil viabilidade.
Existem, portanto, condições econômicas e sociais para implantação imediata de um piso estadual de salários. O que falta? Apenas vontade política do executivo estadual para encaminhar o projeto de lei
.
José Álvaro de Lima Cardoso - Economista e supervisor técnico do DIEESE em Santa Catarina.


10/09/08 - Eleição é evolução
Refletindo sobre este tema concluí que ele é verdadeiro. Por motivos particulares ou patrióticos, cidadãos candidataram-se aos cargos de prefeito ou vereadores e após este tempo de campanha evoluíram, pois se interessaram pelos problemas do município para traçarem seus programas de
governo. Conheceram cada cantinho da cidade e as pessoas que nele habitam. Viram que ela é muito mais que construções e ruas e que a zona rural não é só terra e mata.
Notaram que a sociedade é formada por crianças, jovens e idosos, cada qual com seus desejos e carências. Ouviram problemas e foram criativos nas respostas. Desenvolveram a fraternidade, passaram a olhar para os lados procurando o próximo, vendo em cada um, um irmão. As mãos passaram a ter uma função importante, pois estendidas com firmeza buscaram trocas de energias e cumplicidades nos cumprimentos, reforçados por largos sorrisos e completados por beijos em faces nunca antes notadas.
Tornaram-se financeiros para darem conta do dinheiro gasto; habilidosos diplomatas para esquivarem-se de "amigos" que apareceram do nada; criativos nas mensagens e analistas de pesquisas. Perderam quilinhos na corrida pelos votos para "engordar" o número de seus eleitores e sentiram que a conquista se faz com "cabeças pensantes e corpos atuantes".
Muitos verificaram que ao fazer os seus currículos, quase nada tinham para colocar atrás do "santinho", levando-os a pensar no quanto deixaram de trabalhar para o município. Apesar de tanta discriminação, tanta piada em torno dos candidatos eu os parabenizo pela coragem de darem a "cara a tapa". Estão fazendo parte da história, mesmo que por breve tempo.
Cientes agora de todos os problemas e sabedores das soluções, seria interessante após as eleições, que os não eleitos formassem uma associação de colaboradores do município, colocando a cidade no caminho de um desenvolvimento ainda maior.
Aí sim, estará a verdadeira cidadania.
Profª. Bia de Alencar biadealencar@click21.com.br


02/09/08 - Brasileira enxergando de longe
Morei em Joinville, 22 anos, (bairros: Glória, América e Costa e Silva) e agora moro na Itália, porém continuo no hábito de ler O Vizinho. Gosto dele pela seriedade que trata dos assuntos e por sua diversidade deixando-nos "ao par de tudo”. Quero, entretanto, duas coisas. Primeiro parabenizar Joinville pela iniciativa de arte e cultura no Restaurante Popular!  Muito bom isso! Sempre defendi que a falta de dinheiro não justifica a falta de investimento (pessoal) na arte e cultura! Sucesso na empreitada! Que mais e mais pessoas disponíveis (aposentados, boa condição financeira etc.) queiram contribuir com seus conhecimentos e experiências de vida. Sempre temos algo a ensinar ao outro e muito ainda para aprender. Parabéns!
Gostaria de ver divulgada uma nota de repúdio ao comportamento de turistas norte-americanos no Rio de Janeiro. Amigos meus, europeus, acabaram de retornar de férias no Rio e me contaram que estavam num pequeno grupo de turistas visitando uma pequena favela no Rio, quando viram que um casal (de idosos! Pasmem!) norte-americanos, portando sofisticados equipamentos de filmagem, ofereceram dólares, aos policiais que os escoltavam, para que dessem tiros na favela e começasse, assim, um tiroteio pois eles queriam filmar! Os policiais chegaram a dar dois tiros, mas não tiveram resposta, frustrando assim o "singelo" desejo do "casal de velhinhos".
Gente, está na hora de acordar! Precisamos enxergar o "outro lado da moeda" ou viveremos sempre  enganados!
A favela tem um outro lado que não é só crime.O governo tem o outro lado que não é só roubo. E o povo brasileiro tem o outro lado que não é só ignorância e violência! Somos um país gigante e forte. Querem nos desunir no intento de minimizar nossa força de união! Para finalizar sugiro a leitura de "Os protocolos dos sábios de Sião". Mesmo sendo uma ficção, por vezes me pareceu ser a estratégia que estão tentando (quem?) usar no nosso amado Brasil! 
Um grande abraço saudoso!
Márcia Cabral da Rocha marciacabral15@yahoo.com.br


26/08/08 - Viva o Cachoeira
Li com entusiasmo a respeito da OSCIP que está se formando. Desejo que tenha sucesso. Parabéns pela iniciativa.
Rolf Ernesto Heinzelmann
– Joinville, SC 

Tenho certeza que esse projeto que nasceu com o objetivo de salvar um ícone de Joinville, será um estrondoso sucesso! Parabéns pela nobre causa.
Mário Lúcio Floriani
– Joinville, SC 

O tema é forte e acredito que os resultados serão extremamente positivos.
Parabéns por mais uma bela iniciativa verdadeiramente sócio ambiental.
Jurucê Klein
– Joinville, SC.


18/08/08 - grazy16@gmail.com 
E o que você vê?
Certamente houve um dia em que você se pegou pensando. O que você vê, diz quem você é? Pode ter sido durante seu horário de almoço, após o trabalho, enfim o momento não importa. Você sentou e olhou a sua volta. Pôde perceber os traços de cada rosto que cruzou seu caminho.
Uma magra, outra gordinha, uma sorridente, outra mais retraída, uma alta outra baixa, um barbudo outro com a barba feita, uma com o andar meio cabisbaixo outra com andar totalmente fino e elegante, uma com um olhar fascinante que ao ver o seu transmitiu serenidade, outra com um olhar vazio, sem brilho, mas no fundo vestígios de um grande tesouro inexplorado. Tantas diferenças, talvez isso chamou sua atenção; se fossem todas iguais qual seria a graça para comparar, ver, analisar? A graça está na diferença, talvez o oposto nos atraia mesmo, pois vemos na outra pessoa adjetivos que gostaríamos que fizessem parte da nossa própria maneira de ser e agir.
Mas e você o que vê quando se olha no espelho? Será que alguém também um dia já parou em um banco qualquer para te analisar e tentar descobrir o que você é? Olhar além do que a visão permite isso te faz enxergar, ao se olhar no espelho você vê apenas uma matéria física que ao morrer vai se degradar como qualquer outra. Então, permita-se enxergar com os olhos da pureza, passar a barreira do espelho e ver dentro de você seu verdadeiro valor como ser humano.
Beleza é algo superficial, mas você já deve ter cansado de ouvir essa frase ao longo de sua vida. Mas alguém se perguntou qual o sentido de beleza? Que beleza é essa? Qual será a beleza da fruta que por dentro esta podre? Ao abri-la, a parte podre será vista, ocasionando a perda dessa beleza, isso é o que devemos fazer para ver a beleza de alguém, deixar a casca de lado e analisar o conteúdo interior.
Ou, ainda, se você parar e refletir mais a fundo, poderá se perguntar também se a maior beleza não está camuflada no olhar sofrido e no corpo cansado de alguém que batalha para oferecer à família condições que por eventuais nem mesmo teve. Pode ser que seja uma pessoa chata, nervosa, mas os motivos são não aceitos? Ali não existe uma beleza escondida? Para ser belo tens que ser feliz, quando encontramos nossa felicidade descobrimos nosso amplo estado de beleza. E para ser feliz apenas deixe Deus te guiar, certamente grande êxito irás encontrar. 
Estudante de Jornalismo


12/08/08 - hkinder@ig.com.br
Ciclovias, só no papel
Enquanto criam-se corredores de ônibus para melhorar o fluxo e velocidade dos ônibus, melhorar o fluxo dos automóveis,  idéias estas brilhantes; ao mesmo tempo os órgãos públicos e políticos esquecem de uma tão prometida ciclovia na cidade que era para continuar a ser a cidade das bicicletas.Como transitar de bicicleta agora na Rua Dr. João Colin? Pelas calçadas, tendo o risco de atropelar os pedestres ou andando na canaleta dos ônibus, tendo o risco de ser atropelado por um ônibus ou ainda quem sabe andando juntamente com os carros, também correndo risco de ser atropelado?
Como cidadão Joinvillense que sempre apoiou a ciclovia e gostaria de ter de volta as bicicletas circulando em Joinville, fica aqui a minha indignação.  Bicicletas na cidade. Somente nos passeios ciclísticos promovidos em datas comemorativas. A minha bicicleta e do meu filho estão lá em casa pegando pó, pois não sei mais aonde podemos circular com elas com segurança. Temos que colocá-las dentro do carro e procurar um lugar calmo e tranqüilo para poder andar com elas.Em época de eleição é prometido ciclovias e parques, para o bem estar das pessoas, que nunca saem do papel; já manifestei várias vezes a indignação por falta destes 2 itens de lazer que o Joinvillesse deveria ter e que não requer muito gasto. Agora estão prometendo um “PARQUE” que na verdade não é parque é uma enganação para a população, que é a Expoville.
Continuo indo para Curitiba, desfrutar dos parques daquela cidade, pois lá sim o contribuinte tem áreas de lazer para desfrutar.

Harald Kinder


12/08/08 - mabuschle@ig.com.br
Cachoeira em 1949
Nascido às margens do rio Cachoeira na Praça Hercílio Luz, 200, em 1949, diariamente íamos ao antigo mercado municipal pescar, nadar e apanhar peixinhos para colocar no aquário. Seria interessante poder acessar na internet e mostrar a meus filhos as fotos que registram a vida que existia no cachoeira e que gostaríamos de voltar a ver novamente.
Marcelo Antão Buschle


12/08/08 - jujubamix@terra.com.br
Corredores para ônibus

Corredores para ônibus em uma cidade onde algum dia foi a
Cidade das Bicicletas. Sou ciclista, e para minha segurança devo andar nas calçadas. Se opto
pelas vias.....só na contra mão para ter certeza que não vou ser atropelada. Uma falta de respeito aos Joinvillenses que devem pensar, refletir e realmente analisar bem os candidatos ao trono da cidade dos príncipes. É revoltante ver tanta barbaridade política ao mesmo tempo.
Jurucê Klein


12/08/08 - betomrt@hotmail.com
Sobre o vandalismo
Semana passada quando fui para a faculdade na SOCIESC entrei na biblioteca encontrei o Jornal O Vizinho e a reportagem de capa me chamou a atenção "O vandalismo que faltou em Joinville", e durante o mês de julho também notei as lixeiras derrubadas pelo centro de Joinville. Isso foi tema de uma discussão com uma amiga minha e chegamos a conclusão que as lixeiras apareceram derrubadas em Joinville logo no começo do Festival de Dança. Enquanto o prefeito tenta maquiar nossa cidade para parecer maravilhosa para os dançarinos pintando ruas, plantando flores, arrumando calçadas etc, os dançarinos que todos "esperam" o ano todo vem a Joinville vandalizar nossa cidade enquanto tentamos deixá-la o mais agradável possível para eles. Não vamos culpar os Joinvillenses de atos que podem ser de pessoas que não respeitam nossa hospitalidade.
E bela observação sobre as árvores esquecidas em Joinville; espero que não as cortem, e como vocês mesmo falaram as "cercas individuais de proteção não sofreram vandalismo durante anos" acho que isso não é ato comum pelos Joinvillenses. E mais uma pequena observação, o prefeito 
está apegado tanto onde os turistas podem ver que esquece os pequenos detalhes que podem entregar o descaso durante o ano que o prefeito tem a respeito de praças e muitas outras coisas aqui em Joinville.
Marcos Roberto da Silva


04/08/08 - Corredores para ônibus
Me chamou a atenção o seu ângulo de visão (JOV, 654, Notas do colunista Brian de Catuha) sobre a via expressa dos ônibus coletivos -  leia-se Transtusa e Gidion, patrocinadores, coagidamente, pelo direito do "monopólio transporte Joinvilense", dos atuais e futuros políticos. Pois,  a arrecadação dos comerciantes, que não entram no jogo dos sangue-sugas, tornaram-se insuficientes. Quando percebi a demarcação, experimentei um conforto ao pensar que estavam alargando o espaço do estacionamento de veículos pequenos para dar espaço a uma ciclovia paralela ao estacionamento. 
O passo seguinte é fazer um calçadão, sonhei. Ledo engano.
 
Um artigo em jornal descrevia que veículos particulares que transitassem sobre a via expressa seria multado, e descrevia o valor. Penso, se um ciclista for ali atropelado deverá  prestar contas com São Pedro e correr o risco de voltar para pagar os danos causados ao ônibus e ainda perante a mídia se declarar culpado, alegando que deveria estar transitando sobre as calçadas ou na via de veículos rápidos pequenos. (CIDADE DAS BICICLETAS - um dia por sufoco será).
Mais um detalhe - se transitarmos na pista expressa garantimos uma multa -  e os ônibus quando transitam fora dela? E em ruas sem o corredor...? Garantem sabe o que? Garantem, sim, um estorvo e livre acesso impunes? Para os amigos do "rei" as benesses, para os contribuintes pagadores de impostos os rigores da lei. É assim? 
Fala sério! Que ônibus tenha vias expressas por fora do centro e, as empresas deles criarem subestações com VANS ou Ônibus pequenos para distribuição dos passageiros, tudo bem. Agora, dar a Gidion e a Transtusa  os direitos de parte da via pública, antiga, é o fim da inteligência. Fala sério!
José Carlos Cardoso. Economista – Joinville, SC


04/08/08 - contato@hotelportodepaz.com
Navegação no Cachoeira
Fomos os primeiros, com o Bela Catarina, a subir o Cachoeira, passando pelo Paraty de Araquari, para ancorar no terminal flutuante, nas proximidades do Mercado Municipal de Joinville. Uma experiência valiosa e um desafio coroado de êxito. Logo em seguida, escrevemos em jornais, demos entrevistas, mostrando a importância do retorno à navegação fluvial pelos rios da Costa do Encanto, o sonho do Governador. O nosso desafio e o nosso desempenho fizeram despertar uma nova e forte campanha pela despoluição do Cachoeira, ainda, não realizada por falta de vontade e coragem política. Todos sabem quem são os seus poluidores, atingindo, hoje, a Baia Babitonga, a sua flora e a sua fauna.
Com nosso barco - Bela Catarina - totalmente revitalizado, logo iniciaremos a sua navegação pelo Cachoeira, o Paraty, o Palmital, o Cubatão, o São Francisco, percorrendo os caminhos, por água, da Costa do Encanto. Fazendo excursões, de turismo, de lazer e de pesquisas. Sem desistir da campanha pela despoluição permanente do Cachoeira e o seu exemplo de hidrovia para todo o Brasil.
Carlos Adauto Vieira


04/08/08 - eli.francisco@ig.com.br
Edição JOV 654
Li com atenção a matéria sobre a vida esportiva do Sr. Rolf Fischer. Eu tive a felicidade de na década de 60 vê-lo competir por aqui e levantar títulos no Estado e País (na Lagoa Rodrigues de Freitas) defendendo SC. Mas, foi através da Rádio Guaíba - RS - que acompanhei em 62  ou 63 a transmissão em que Rolf tirou o segundo lugar no sul-americano. Deram a ele um barco
velho, sem condições. Mas, mesmo  tirando o segundo lugar, na época tínhamos orgulho dele. Foi um feito inédito até nos dias atuais. Imbatível. Não o vejo há anos. É mais uma descoberta do Jornal O Vizinho - que em minha opinião está cada vez melhor. Fiquei feliz em saber que o Rolf ainda está por aí. Beleza.
José Eli Francisco


10/07/2008 - paolofarris@terra.com.br
Preocupação
Parabenizo o Jornal O Vizinho, pois tenho recebido o exemplar em nosso escritório e já tinha percebido a preocupação que o mesmo tem com o meio ambiente, e nessa última edição (JOV 653) pude comprovar através da leitura do editorial "Meio Ambiente é assunto para ser debatido o ano inteiro".  Coloco o escritório à disposição caso o jornal precise de artigos ou informações na área ambiental.
Hoje estou presidindo o núcleo de Gestão Ambiental da ACIJ, o qual está com muitas ações que podem ser feitas em parceria com o JOV.
Paolo Alessandro Farris


10/07/2008 - jornalistacristiano@gmail.com
Cultura

Fiquei muito feliz em saber que existe um veiculo de comunicação com um perfil editorial de importância fundamental para o desenvolvimento cultural e artístico brasileiro. Congratulo-me com as manifestações de reconhecimento ao mérito. Recebam nossos apreços.
Cristiano Batista dos Santos - Presidente da União dos Jornalistas Profissionais no Estado de Sergipe e coordenador regional do Movimento Nacional em Defesa do Jornalista Sem Diploma em Sergipe


 



Ver mais...


Este sítio: www.ovizinho.com.br
[Topo da Página] [Principal] [Busca Interna]  
[Anuncie Aqui] [Contato] [Informações e Negócios]
© 2000. Jornal
O Vizinho® / Bureau de Comunicação e Eventos Ltda. Vide notas.

Melhor visualizado em IE5, com vídeo true color, 800x600.

Fim da Página