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OVizinho.com.br: Jornal: Cartas

Só serão publicadas, neste espaço, cartas ou e-mails remetidos à Editoria de Opinião do Jornal dos Bairros de Joinville "O Vizinho", através do formulário Envie Sua Carta.
Os textos aqui publicados não refletem, necessariamente, a opinião do jornal e são de responsabilidade exclusiva dos seus autores.


10/07/09 - irmaotome@hotmail.com
Artigos excelentes, nosso jornal está mais e mais respondendo a ansiedade de nosso povo. Parabéns.
Tomé Corrêa


08/05/09 - Ao Brian, sobre o texto da homofobia
Estamos na era da "livre expressão", certo? Então por que é que tenho a nítida impressão de que sou "quase obrigada" a gostar de gays? De não poder simplesmente ter o direito de "não gostar" que vem logo alguém me chamar de preconceituosa?
Em que mundo estamos? Por acaso estão me impondo, em pleno séc. XXI, uma sutil ditadura?? Pois, é que está parecendo dado a "excessiva defesa" dessa classe coisa que não vejo em outras, tipo: negros... crianças morrendo de fome... velhos... etc, etc. Já viram alguma PARADA NEGRA ser obrigada sua aceitação?
O que quero dizer é que DEVEMOS SER LIVRES PARA GOSTAR OU NÃO GOSTAR DO QUE QUISERMOS e que acho errado quando aparece sempre alguém para defender os gays como se eles não fossem pessoas como nós, capazes de se defenderem sozinhos de seus problemas e sofrimentos como qualquer um.
O preconceito, senhores, está, ao meu ver, nessa defesa quase absoluta!
Deixemos os HOMENS SEREM LIVRES, independente de suas preferências!! (isso inclui a minha de gostar ou não gostar).
Márcia Cabral da Rocha

N.R. A leitora se refere ao texto do colunista Brian de Catuha, na edição anterior (JOV 684):

Homofóbicos podem esconder vontades homossexuais
Homofóbicos são aqueles que têm ódio ou aversão aos homossexuais ou à homossexualidade. Homossexual é aquele (a) que sente atração sexual por indivíduos do mesmo sexo. Homo Sapiens é o hominídeo que corresponde ao homem de hoje e que também inclui o homem de Neandertal. Pois, alguns “comunicadores” de Joinville são homofóbicos enrustidos. Segundo a psicologia, não é raro que um indivíduo odeie no outro aquilo que tem latente em si.
Na história “oculta” de Hitler, a perseguição e morte também aos homossexuais fora como o “monstro do Holocausto” quisera resignar-se da própria homossexualidade.

A Parada Gay
Se temos homofóbicos declarados em Joinville, alguns gestores públicos também tentam “dourar a pílula” querendo um outro nome para disfarçar a Primeira Parada Gay da cidade. Qualquer outro rótulo hipócrita – como Festival da Diversidade - não esconderá o que não se deve esconder mesmo. Que venha a Parada Gay. E a sociedade Joinvilense, com inteligência acima da dos homofóbicos e mais madura do que pensam alguns governantes, haverá de participar do evento demonstrando que preconceito é comportamento para pessoas de pouca inteligência, de pré-Neandertais e não de cidadãos tolerantes que sabem conviver com a diversidade, com os diferentes.
A Parada deve acontecer no Dia do Orgulho Gay, comemorado em 28 de junho, que também é o dia de combate à homofobia. Em grandes centros, como a capital paulista, o evento atrai milhares de turistas “

20/04/09 - Censura para manchetes impróprias
Diz V.Sª. que está esperando censura para a sua publicação nº 682 do seu jornal. Informo que eu me coloco entre os críticos ao emprego do palavrão ali usado em letra de destaque. A história dos atores das épocas em que os expectadores eram trazidos em fiacres, e do volume de excremento dos cavalos era indicador de movimento, é muito interessante, mas não justifica o emprego do vocábulo indecente.
V.Sª. pensou em homenagear, com isto, a artista plástica Márcia Camargo. Garanto que não o conseguiu. A própria Dª. Márcia se expressou em termos claros, mas não vulgares, na apresentação, por escrito, de seu trabalho. Trabalho, mesmo, de elogiar.
A exposição foi visitada por inúmeras classes de escolas primárias. Felizmente, até ali, o seu jornal ainda não estava à disposição. Imagine, se as professoras agora pedem uma redação aos jovens alunos, e esses empregam o palavrão, com a desculpa que este foi liberado pelo jornal O Vizinho.
Crime não compensa e palavrão, também, não compensa. Atenciosamente
Egon Beckmann

N.R. A manchete “Merda dá o tom em obras de arte” da edição anterior teve essa intenção: provocar. Vivemos numa sociedade que não se indigna com manchetes diárias como: “Mulher mata marido com machadadas”, ou “Vizinho estupra menino de quatro anos”. Isso, sim, deveria provocar indignação. Já estamos tão acostumados que não nos sensibilizamos; aceitamos passivos o espetáculo de horror da violência. É possível que por usarmos adjetivos “educados” como excrementos ou fezes, não se tenha chocado cidadãos que despejam seus “dejetos intestinais” nas redes pluviais, por exemplo.
O sinônimo (popular) de fezes é de domínio público, inclusive o infantil. Professor que não souber lidar com isso não está preparado para educar. Também não tivemos a intenção de homenagear a artista como supõe o leitor. Os Vizinhos “homenageados” a cada edição ocupam, tradicionalmente, o outro lado da mesma página. Em Joinville o crime (o Cachoeira é prova disso) compensa. O “palavrão” já compensou. Obrigado por sua carta, cuidadosamente datilografada.
editor@ovizinho.com.br


08/04/09 - cordasmagicas@netvision.com.br
Aos meus amigos do Jornal O Vizinho muito obrigado pelas informações que me passam. É sempre um prazer receber o Jornal  O Vizinho.
Francisco de Assis


18/03/09 - Parabenizamos o Jornal que sempre nos surpreende
Acontecerá de 18 a 21 de abril de 2009 o 8º Encontro Nacional de Safaristas do Brasil em Joinville no Parque Davet, é um acontecimento histórico para a cidade que nunca recebeu um evento genuíno como esse, são mais de 30 relíquias fabricadas pela extinta karmann Ghia do Brasil, vindas de 6 estados brasileiros. Confira a programação: http://familymiers.spaces.live.com/blog/cns!8F70B9DF5E5516D3!4036.entry
 Grande abraço, sucessos
 James Klaus Miers – Família chugaboom


18/03/09 - Perplexidade
Estou perplexo com a matéria O Rio da Morte edição 679. É perspícuo que pessoas que fazem este tipo de ação não tem um princípio de cidadania, amor ao próximo, respeito ao meio ambiente, em suma um mau caráter, um perrengue. Cabe ao IVC entrar de corpo e alma nesta causa e exigir
um basta ao descaso. Parabéns pelas matérias. Estou no aguardo para agir em pról ao meio ambiente.
Olívio Cordeiro



18/02/09 - Torcida
Parabéns. Muito bom o site. Aqui, Curitiba/PR, tem gente torcendo por vocês e por Joinville.
Ivone Albertina Klemm 

Parabéns. Muito bom O Vizinho (nosso). José Eli Francisco.


28/01/09 - xtrella.branca@gmail.com
Quero usar este espaço para fazer uma reclamação
(ou uma denúncia, depende do contexto). Já faz alguns meses a coleta seletiva de lixo não tem passado no bairro Jardim Iririú. Para uma cidade que se diz preocupada com o meio-ambiente, decepciona o fato de a coleta seletiva só existir em alguns bairros, e noutros, só no cronograma. Entrei em contato com a Engepasa e me garantiram que na Rua Tabatinga deste bairro o caminhão de coleta sempre passaria nas quintas-feiras a tarde, mas isso não ocorre desde novembro de 2008. O ruim é que passamos (falo pela rua inteira) a semana inteira separando este material reciclável, colocamos para coleta e o caminhão não passa. A noite, os catadores de papel rejeitam este tipo de material, só coletam papelão e latas (vidro, jornal, plástico são revirados nos sacos e deixados espalhados). No dia seguinte somos obrigados a limpar a bagunça e deixar este material para o lixo comum. Muitos da rua deixaram de fazer este tipo de separação. Esta é realmente a Cidade das Flores? Ou a prefeitura não paga a Engepasa ou tem alguém dando de esperto. Uma pena...
Jucilane Lima


28/01/09 - luizbonilla@gmail.com
Gostaria de saber se existe alguma lei municipal ou estadual que regulamente a instalação e operação de alarmes em estabelecimentos comerciais. Caso positivo, se elas prevêem algum tipo de penalidade devido a acionamentos indevidos e constantes. A razão da pergunta é a indignação que sinto pelo desrespeito ao sossego dos vizinhos a estes estabelecimentos, os quais tem que suportar um ruído desnecessário e irritante, principalmente nos finais de semana (sábados e domingos). Resido no bairro América e é impressionante a quantidade de alarmes nas imediações da Blumenau, Max Colin e Timbó que soam a qualquer hora, repetidamente, todos os finais de semana. A mesma situação ocorre no centro, onde já residi.
Entendo a necessidade de alarmes, mas que eles funcionem devidamente, em situações reais de perigo, até por uma questão de confiabilidade. Se disparam a todo o momento, como pode-se saber quando o alarme é real?
Caso não exista lei alguma, segue aqui uma sugestão para o nosso legislativo.
Atenciosamente,
Luiz Claudio Bonilla de Araújo



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